A mulher fica mais exposta ao risco de adoecimento para salvar vidas. Mas a quem cabe salvar as vidas das mulheres?
Hoje, dia 25 de novembro, é um dia para gritarmos BASTA de violência contra as mulheres!
Perda de emprego e renda, destruição do ambiente de lazer, aumento do adoecimento e violência são alguns pontos levantados pelas atingidas
Para o MAB “a ciranda é a energia do movimento”; militantes mineiros destacam a força do espaço para a construção, consolidação e transformação da realidade dos atingidos
Parceria inédita entre o MAB e Fiocruz discute violações dos direitos das mulheres atingidas por barragens no Rio de Janeiro
É necessário debater o racismo para fortalecer a luta dos atingidos, pois só assim venceremos as injustiças que nos assolam diariamente
Neste domingo (22 de março), completa-se um ano do assassinato de nossa companheira Dilma Ferreira Silva, coordenadora de base do Movimento dos Atingidos por Barragens, na região atingida pela hidrelétrica de Tucuruí, no Pará.
Como dizer o que não encontra palavras? Nos carece no mais alto dicionário uma descrição precisa das imagens de 5 de novembro de 2015. E para os que tiveram olhos atentos, ver a história se repetir em tragédia no dia 25 de janeiro de 2019. Os rompimentos são a interrupção de dezenas de vidas que viraram centenas e serão milhares.