Movimentos sociais marcharam em São Bernardo do Campo (SP) durante ato pela reeleição do presidente
Acervo virtual reúne 60 novas peças produzidas por mulheres atingidas e já soma mais de 400 arpilleras
Atividade reuniu pescadoras do Espírito Santo para denunciar os impactos da crise hídrica e da privatização dos rios sobre as populações atingidas
Os movimentos sociais foram legitimados como espaços de cuidado da memória popular, garantiram reconhecimento e inclusão na Política Nacional e o lançamento de edital inédito para preservação de arquivos
Uma exposição fotográfica também compõem a mostra, que fica em cartaz até o dia 26 de junho na reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Com agulhas e retalhos, mulheres atingidas bordam a resistência nas Arpilleras em um grito por direitos e um chamado à organização popular
A Igreja Votiva, na capital austríaca, acolhe a última etapa da exposição que já passou por Salzburg e Innsbruck
Célia Barros apresenta como o bordado coletivo das mulheres atingidas por barragens tece denúncias e cria uma linguagem de resistência que o mercado não pode silenciar