A tragédia vivida pelo Rio Grande do Sul em 2024 não foi um acaso. Por trás das águas que inundaram cidades inteiras, há um modelo agrícola predatório e decisões políticas que desmontaram a proteção ambiental e os direitos das populações atingidas
Perda de vazão é decorrente da perfuração de poços e uso excessivo das águas subterrâneas
Mega empreendimentos do primeiro PAC na área de energia e outros setores não melhoraram condições de vida de populações tradicionais: um milhão de pessoas seguem sem acesso à energia elétrica e dois terços dos municípios da região não têm saneamento básico
Nas vésperas do Acampamento Nacional da Juventude da Via Campesina, em Brasília, confira reflexões para a construção do evento
No Dia do Cerrado, exaltamos luta das comunidades de Fundo e Fecho de Pasto no enfrentamento do agronegócio e de projetos hidrelétricos, que colocam em risco a biodiversidade e as importantes bacias hidrográficas desse bioma
Fim do licenciamento ambiental, liberação de agrotóxicos cancerígenos, privatização de florestas e ataques aos povos indígenas: a agenda prioritária do Governo Federal no Congresso acelera o desmonte de órgãos e leis ambientais brasileiras no período pré-eleitoral
Integrante do MAB há quase duas décadas, Andréia se dedica à luta pelo direito à água, resistindo, junto a muitos outros atingidos, à pressão de companhias que querem cercar os rios do oeste da Bahia com dezenas de hidrelétricas
População de município do oeste baiano se revolta contra destruição das nascentes e dos rios pelo agronegócio