Embora o risco de rompimento da barragem abandonada pela prefeitura já tenha sido constatado desde 2017, não houve elaboração do plano de segurança obrigatório. Moradores do bairro Lomba do Pinheiro exigem direito à informação, diálogo, reassentamento das famílias que desejam sair da área e construção de alternativas às famílias que não pretendem sair do local.
Durante a plenária foram discutidas diretrizes da mobilização contra a privatização da Eletrobras, que será votada no Senado em breve. Para deputados, senadores e outras lideranças que participaram do encontro, a Medida Provisória 1.031/21, aprovada na Câmara dos Deputados, promove o desmonte do setor elétrico brasileiro
Os militantes espalhados pelo país pediam manutenção do auxílio emergencial de R$ 600 e vacinação para todos, além de denunciar a política de desmonte do licenciamento ambiental e de privatização da maior empresa de energia da América Latina, a Eletrobras, que vai provocar aumento da tarifa de luz para a população
Barragem da empresa rompeu há dois meses na maior reserva de ouro do país, em Godofredo Viana (MA), contaminou o Rio Tromaí com rejeitos de minério e deixou a população do distrito de Aurizona sem acesso à água potável. Atingidos permaneceram em protesto para exigir o cumprimento de medidas de reparação.
Privatização da Eletrobras coloca em risco soberania nacional, controle do setor elétrico, gestão de recursos naturais e, especialmente, o acesso à energia com preço justo para a população.
Comunidades ribeirinhas das bacias do Rio Corrente e do Rio Carinhanha se mobilizam permanentemente para impedir a instalação de Centrais Hidrelétricas e Usinas Hidrelétricas na região, temendo pela degradação dos ecossistemas dos quais extraem sua sobrevivência. Recentemente, projetos já arquivados têm sido rediscutidos, colocando essas populações sob ameaça.
Em mais um episódio de violência na Amazônia, garimpeiros atacam aldeia na Terra Indígena Munduruku
Medida provisoria que avala la privatización de la empresa puede ser votada esta semana; la Plataforma de Energía y los movimientos se manifiestan contra la privatización y clasifican el proceso como «saqueo»; revise el comunicado completo.