Atingidos pelo crime da Vale em Brumadinho apresentam reivindicações para empresa

Comunidade Parque das Cachoeiras se reuniu na última terça, 05 de fevereiro, em assembleia com moradores e membros de orgão públicos, como defensoria e ministérios publicos estaduais e federais, MAB […]

Comunidade Parque das Cachoeiras se reuniu na última terça, 05 de fevereiro, em assembleia com moradores e membros de orgão públicos, como defensoria e ministérios publicos estaduais e federais, MAB e Representantes da Vale.

 

Os atingidos cobram da Vale resposta de uma pauta emergencial exigida pela comunidade em reunião no domingo (03/02). A propostas debatidas foram de apoio financeiro emergecial inicial e mensal para os custos das famílias até que a situação de trabalho e vida se estabilizem. 

Representante da Vale na região afirmou que a empresa “precisa de mais informações sobre as pessoas afetadas pela lama para a empresa avaliar os pedidos”. O Movimento dos Atingidos por Barragens-MAB aponta que neste momento a Vale não deve realizar cadastramento das famílias que apontem as perdas após o crime, posicionamento apoioado pelo Ministério Público Estadual e Defensoria Pública.

 

Tal definição já foi tomada judicialmente no dia 28 de janeiro, proibindo a empresa criminosa de ealizar tal cadastramento. Os atingidos ficaram exaltados pela falta de respostas e pediram urgência aos orgão públicos para cobrar as repostas. 

Ao fim, a comissão apresentou nova proposta. Assessoria técnica especializada e independente, 1 salário mínimo por atigido, 50% por adolescente, 25% por criança e dependente + o valor da cesta basica.

A exigência da comunidade foi descrito em um documento que se chama TAP – Termo de acordo preliminar. Ele foi construido pelos Ministerios Publicos estadual e federal, Defensoria Pública, MAB, comissões de atingidos e Advocacia Geral do Estado. Nova audiência às 14h de quarta debate o documento.  

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