Bacias Hidrográficas de São Paulo
Documento
Metadados
Título da Arpillera
Bacias Hidrográficas de São Paulo
Descrição
Esta arpillera resgata a história das bacias hidrográficas de São Paulo, ilustrando a degradação dos rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí, que passaram de eixos vitais de ocupação para sistemas críticos, retificados e canalizados. A obra documenta como o crescimento urbano desordenado, a industrialização e a impermeabilização do solo ocultaram a maior parte da rede hídrica original sob o asfalto. O bordado expõe as consequências diretas desse processo de urbanização, evidenciando a poluição severa das águas e a intensificação das enchentes. A peça atua como um registro ambiental e de memória, apontando os desafios da gestão urbana diante do impacto gerado por uma vasta rede de rios soterrados e poluídos que cortam a metrópole.
Eixo - Tema
Data
maio 15, 2026
Autoras
Mulheres atingidas de São Paulo - SP
Cartinha
Arpillera conta a história das bacias hidrográficas de São Paulo, marcada pela transformação de uma rede hídrica vital em rios canalizados, impulsionada pelo crescimento urbano desordenado.
A maior densidade da rede hídrica original encontra-se oculta sob o asfalto, e a gestão atual enfrenta o povo todo de ter uma vasta rede de rios, muitos deles poluídos.
As bacias hidrográficas de São Paulo, majoritariamente a do Tietê-Paraná, evoluíram de eixos fundamentais de ocupação [TIETE, PINHEIROS, TAMANDUATEI] para sistemas críticos e retificados devido ao crescimento urbano desordenado. A industrialização e impermeabilização do solo causaram poluição severa e enchentes.
Fotógrafo/a
Joao Montoza e Tamires Pinheiro
Localização
Secretaria Nacional do MAB - SP
Dimensões
58 cm x 52 cm
Bloco
Bordando os Direitos
Anexos
