Após a saída forçada dos bairros, as famílias atingidas deixaram mensagens de luta e denúncia nos muros de suas antigas casas. Fotos: Gabrielle Sodré / MAB
ninguém solta a mão de ninguém (1)
Esta Arpillera retrata o principal problema vivido pelos atingidos em Congonhas hoje que é a proximidade da barragem. As pessoas têm apenas cerca de 30 segundos para fugir da morte em caso de rompimento da barragem. A reivindicação dos atingidos consiste no deslocamento da população que já morava na região antes da instalação da barragem. A cidade é impactada pela poeira diária e convive com o medo. Uma grande preocupação das mulheres é sobre a escola e a creche do bairro residencial que ficam na rota de um possível rompimento; a comunidade mais próxima está a uma distância de 800 metros da barragem.