Com agulhas e retalhos, mulheres atingidas bordam a resistência nas Arpilleras em um grito por direitos e um chamado à organização popular
Vitória dos povos amazônicos contra a privatização e destruição dos territórios
Célia Barros apresenta como o bordado coletivo das mulheres atingidas por barragens tece denúncias e cria uma linguagem de resistência que o mercado não pode silenciar
Frei Sergio relata os seus primeiros contatos com a militância do MAB nas lutas do Rio Uruguai, no Rio Grande do Sul, nos anos 1980, remonta a trajetória do movimento e a evolução de suas reivindicações
O artigo discute a incorporação de instrumentos econômicos na gestão da água, no qual deixa de ser tratada apenas como bem comum e passa a ser valorizada economicamente
Com resultado aquém das expectativas, COP30 mostrou a importância das mobilizações populares frente às saídas do capital para a crise climática
A artista Hilda Souto escreve sobre as arpilleras das atingidas do Brasil e destaca que “ao bordar juntas, essas mulheres produzem um corpo coletivo de resistência, uma comunidade estética e política que se reconhece na dor, mas também na potência da criação”
Pressão popular foi essencial para impedir o pior cenário. O projeto ainda pode ser reavaliado pelo Congresso, o que mantém a necessidade de atenção e organização social