Plataforma Operária e Camponesa para a Energia relata avanços e conquistas no CONFUP

O coordenador geral da FUP, João Antônio de Moraes, e o coordenador nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens, José Josivaldo Alves de Oliveira, participaram na tarde de ontem (14), […]

O coordenador geral da FUP, João Antônio de Moraes, e o coordenador nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens, José Josivaldo Alves de Oliveira, participaram na tarde de ontem (14), no 16º Confup, da mesa sobre a experiência da Plataforma Operária e Camponesa para a Energia. Ambos destacaram a importância estratégica da organização, que conseguiu, nos últimos anos, ampliar a interlocução com o governo federal e com a sociedade sobre a política energética.

Para o coordenador do MAB, José Josivaldo, a escolha do Movimento por participar da Plataforma, formada em 2010, foi consequência do amadurecimento da ideia de que o problema energético do país não é de matriz, mas de modelo.

Ele afirma que a opção privatista dos anos 90 acabou por provocar impactos sociais que geraram o movimento, tornando necessária a articulação entre os trabalhadores do setor de energia e as famílias atingidas por barragens. “Ao desenvolver o setor elétrico, o Brasil foi formando um mundo de injustiças”, afirma.

As propostas dos trabalhadores e dos movimentos sociais para o setor energético estão em debate neste ano. As discussões começaram em um seminário nacional, em Belo Horizonte, nos dias 19 e 20 de maio. Seminários regionais estão previstos ainda para agosto e setembro nas regiões Norte (Belém), Nordeste (Recife), Sudeste (Rio de Janeiro) e Sul (Florianópolis).

Com informações do Sindipetro-NF