MAB fortalece construção das Brigadas de Agitação e Propaganda no Pará

Lançamento aconteceu em Belém e marca o início da mobilização da militância para fortalecer o trabalho de base e a campanha pela reeleição do presidente Lula

O candidato indicado do PT para compor a chapa majoritária como Vice-Governador, Dirceu Ten Caten e a candidata a Deputada Federal, Alessandra Korap, ao lado de militantes do MAB Amazônia, segurando a bandeira das Brigadas de Agitação e Propaganda, símbolo da mobilização popular em defesa da reeleição do presidente Lula. Foto: Jordana Ayres / MAB Amazônia
Brigadas de Agitação e Propaganda são símbolo de mobilização popular em defesa da reeleição do presidente Lula. Foto: Jordana Ayres / MAB

Na última sexta-feira (31/07), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) participou do lançamento estadual das Brigadas de Agitação e Propaganda Lula 2026 em Belém (PA). A atividade aconteceu durante a Convenção da Federação Brasil da Esperança Pará, realizada no Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), reunindo militantes, movimentos populares, lideranças políticas e representantes de organizações comprometidas com a construção da campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A iniciativa integra uma estratégia nacional de organização popular que busca fortalecer o trabalho de base, ampliar o diálogo com a população e organizar a militância nos territórios e nas redes sociais durante o processo eleitoral de 2026. Em todo o país, já estão organizadas 342 Brigadas de Agitação e Propaganda, distribuídas entre os estados brasileiros.

As brigadas são construídas nacionalmente por movimentos populares, organizações sociais e sindicais, entre eles o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a Central de Movimentos Populares (CMP), a União dos Movimentos de Moradia (UMM), Federação Única dos Petroleiros (FUP), Central Unica dos Trabalhadores (CUT), além de outras organizações que atuam na construção da mobilização popular em defesa da democracia, da soberania nacional e da continuidade do projeto popular liderado pelo presidente Lula.

No Pará, o lançamento marca o início da organização das brigadas nos territórios amazônicos, fortalecendo a atuação da militância junto às comunidades urbanas e rurais, levando informação, diálogo e participação popular aos diferentes espaços onde o povo vive, trabalha e resiste.

“As brigadas propõem percorrer todo o território paraense. Percorrer os bairros, os rios e as cidades levando as propostas e as defesas do companheiro Lula. E levando também a luta para que nós elejamos, ao máximo, uma bancada progressista para trabalhar pelo Brasil”, afirmou Iury Paulino, da coordenação nacional do MAB.

Ao longo dos próximos meses, as brigadas desenvolverão ações de comunicação popular, panfletagens, rodas de conversa, atividades culturais, intervenções de rua e mobilizações nos territórios, aproximando o debate político da realidade vivida pelo povo brasileiro e fortalecendo a participação popular no processo eleitoral.

Pedro Costa, militante do MAB Amazônia, com material das Brigadas de Agitação e Propaganda 2026, reafirmando o compromisso com a organização popular e o trabalho de base. Foto: Jordana Ayres / MAB
Pedro Costa, militante do MAB Amazônia, com material das Brigadas de Agitação e Propaganda 2026, reafirmando o compromisso com a organização popular e o trabalho de base. Foto: Jordana Ayres / MAB

Para o MAB e movimentos sociais parceiros, a organização das brigadas também representa um instrumento importante para ampliar o diálogo com as populações atingidas por barragens e demais comunidades amazônicas, reafirmando a defesa dos direitos dos povos do campo, das águas e das florestas.

“Nós, dos movimentos sociais, vamos estar nas aldeias, com os ribeirinhos, nas periferias e em todo o campo rural defendendo as políticas públicas do governo Lula”, destacou Paulo Cohen, da Central de Movimentos Populares (CMP).

A mobilização no Pará integra uma construção nacional que aposta na organização popular como principal ferramenta para fortalecer a democracia, ampliar o trabalho de base e construir uma campanha enraizada nos territórios, valorizando a escuta, a participação e a presença permanente junto ao povo.