Produzindo alimentos que nutrem a alma
Documento
Metadados
Título da Arpillera
Produzindo alimentos que nutrem a alma
Descrição
Esta arpillera retrata as práticas de agroecologia e o conhecimento ancestral das mulheres atingidas da bacia do rio Juruena, no noroeste do Mato Grosso. A obra retrata a produção cotidiana de alimentos e remédios naturais livres de agrotóxicos, evidenciando saberes transmitidos entre gerações em aldeias, quintais e roças muito antes da popularização do termo. Ela registra como essas práticas tradicionais de cultivo preservam o meio ambiente, protegem os rios e garantem a saúde e a nutrição das comunidades presentes e futuras. A peça atua como um registro de resistência, afirmando a agroecologia como uma ferramenta de enfrentamento feminista, cultural e territorial, consolidando a organização de mulheres que unem sustentabilidade e ancestralidade na defesa da vida.
Regiões
Eixo - Tema
Data
março 20, 2026
Autoras
Mulheres Atingidas de Juara, Mato Grosso (comunidades Pedreira e Palmital)
Cartinha
Nós mulheres atingidas que somos conectadas pela bacia do rio Juruena construímos essa arpillera baseada na nossa realidade, na produção do cotidiano que alimenta e cura, sem uso de veneno, e com conhecimento ancestral. Antes do conceito de agroecologia ser popularizado, ela já acontecia na prática, nas aldeias, nos quintais, nas roças espalhadas pelo Brasil e por aqui no noroeste do Mato Grosso. Essa peça que juntas construímos retrata o conhecimento passado de geração para geração, que preserva a natureza, protege os rios, cura e previne doenças e nutre o agora e o futuro das próximas gerações. Agroecologia é feminismo, é arte, é cultura, é alimento, é saúde, é ancestralidade e acima de tudo é luta e resistência.
“Mulheres em movimento, agroecologia é enfrentamento!”
Fotógrafo/a
Emilly Schwingel
Localização
Secretaria Estadual do MAB do MT
Dimensões
53 cm x 37 cm
Bloco
Bordando os Direitos
Anexos
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MAB fortalece construção das Brigadas de Agitação e Propaganda no Pará
