Espetáculo teatral debate a questão das barragens no Rio Tapajós

A peça “Dezuó, breviário das águas”, um manifesto poético contra as construção de hidrelétricas no Tapajós, estreou essa semana em SP O Núcleo Macabéa apresenta a obra “Dezuó, breviário das […]

A peça “Dezuó, breviário das águas”, um manifesto poético contra as construção de hidrelétricas no Tapajós, estreou essa semana em SP

O Núcleo Macabéa apresenta a obra “Dezuó, breviário das águas”, com dramaturgia de Rudinei Borges, direção de Patricia Gifford e atuação de Edgar Castro.

Tendo como mote a expulsão do menino Dezuó e de sua família da Vicinal do Vinte Um, comunidade ficcional ribeirinha, motivada pela construção de uma usina hidrelétrica no Rio Tapajós, oeste do Pará, na Amazônia brasileira, a peça reconstitui a trajetória do menino-homem-andarilho que após a dissolução de sua vila natal refugia-se na cidade.

“Hoje não tem trabalho, disse Azaro, o mais velho dos peões. Nem hoje, nem depois. Nem que a gente passe fome, não há mais construção de barragem. Hidrelétrica nenhuma será feita no chão dos nossos mortos.”

A peça fica em cartaz até maio no espaço “Casa Livre”, região central de São Paulo e tem entrada gratuita.

Serviço:

“Dezuó, breviário das águas”

26 de março a 16 de maio | sábado, 21h | domingo e segunda, 20h
24 apresentações gratuitas | 40 lugares | 75 minutos

Casa Livre
Rua dos Pirineus, 107 – Campos Elísios – Metrô Marechal Deodoro |Tel. (11) 3257-6652

(retirar ingressos 1h antes)